| Título: | Os media e o silêncio político | | Autor(es): | Tito Cardoso e Cunha | | Resumo: | Resumo: "Este texto é uma tentativa de reflectir sobre a relação entre o silêncio político e os media. É uma relação contraditória e insustentável, como alguns proeminentes políticos já disso tiveram a experiência". | | Publicado em: | In: Comunicação e sociedade. - ISSN 1645-2089. - vol. 8 (2005), p. 39-45 | | Veja também: | Cunha, Tito Cardoso e | | Localização: | |
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| Título: | Mediatização retórica do aborto ou A sublimidade de Antígona | | Autor(es): | Regina Maria Machado Marques ; orient. cient. Tito Cardoso e Cunha, Maria Lucília Marcos | | Publicação: | Lisboa : R. M. M. Marques, 2007 | | Descrição física: | 597 p. : il., pt. col. ; 30 cm + 1 errata | | Notas: | Bibliografia, p. 581-597. - Tese dout., Ciências da Comunicação, 2007, Univ. Nova de Lisboa | | Contém: | Anexos. - 2007. - 1 vol., pag. var. ; 30 cm | | Resumo: | Índice: Introdução. PARTE I - UMA 'RETÓRICA ALARGADA' NA CONTROVÉRSIA DO ABORTO: CAP. I: A RETÓRICA - UMA NERVURA DA CIVILIZAÇÃO: 1.1. Uma teoria para a discussão de assuntos controversos; 1.2. A argumentação na comunicação política; 1.3. A experiência humana. A razão prática e a acção; 1.4. Paradoxos da democracia; 1.5. O elogio e o poder das palavras - a política do performativo. CAP. II: O GÉNERO 'MEDIÁTICO' E A COMUNICAÇÃO POLÍTICA: 2.1. Os jornais - lugares de argumentação política; 2.2. O discurso mediático como discurso político; 2.3. A análise de discurso - o político e o argumentativo; 2.4. Sobre os lugares-comuns na argumentação política; 2.5. Em jeito de síntese - singularizar o político e apolitizar o "íntimo". CAP. III: A QUESTÃO DA DECISÃO DA MULHER: 3.1. A decisão: uma cascata e uma torrente de argumentos; 3.2. A decisão e os direitos da mulher; 3.3. Os conflitos da decisão: questionamentos filosóficos, éticos e morais. CAP. IV: A FORÇA RETÓRICA DA IMAGEM: 4.1. A representação do feto; 4.2. A representação do aborto. PARTE II - PARA UMA CARTOGRAFIA DO ABORTO: CAP. I: O ABORTO - REALIDADES E TRANSVERSALIDADES: 1.1. Entre "estórias" e memória: do local ao global; 1.2. O aborto - um objecto com história. Fragmentos de discursos; 1.3. Controvérsias médicas em Portugal; 1.4. A Maternidade: figura glorificada no século XVIII; 1.5. O aborto: problema de todos os tempos e de todas as culturas. CAP. II: ENQUADRAMENTO JURÍDICO-POLÍTICO DA IVG NO PLANO INTERNACIONAL: 2.1. O direito à igualdade e a IVG; 2.2. A IVG nos vários sistemas jurídicos; 2.3. O 'direito à vida' e a IVG; 2.4. A problematização do aborto nos 'fora' internacionais; 2.5. A discriminação e as disparidades das mulheres; 2.6. O direito à saúde sexual e reprodutiva; 2.7. A saúde reprodutiva e aborto na Europa: Panorama e desafios políticos; 2.8. IVG e as práticas culturais contrárias aos direitos das mulheres; 2.9. IVG e o direito ao desenvolvimento; 2.10. IVG e Democracia. CAP. III: O DEBATE POLÍTICO E SUAS DERIVAS EM PORTUGAL: 3.1. O debate político sobre a IVG - no Parlamento; 3.2. Derivas do debate sobre a IVG. PARTE III - RETÓRICA DA IMPRENSA E ARGUMENTAÇÃO SOBRE O ABORTO: CAP. I: PERSUASÃO E RETORICIDADE DO JORNAL: 1.1. Questões prévias; 1.2. O mapeamento dos debates sobre o aborto no 'Público' e no 'DN'; 1.3. O 'Ethos' do jornal - da objectividade à subjectivação jornalística; 1.4. Para uma topografia dos argumentos: o editorial; 1.5. A Retórica dos títulos e a sua função prsuasiva; 1.6. O aborto sob o olhar da imprensa. Outras tópicas, outros contextos; 1.7. A força persuasiva das imagens e do espaço. CAP. II: OS FACTOS E OS DADOS EM NOTÍCIA: 2.1. Os números não são os factos!; 2.2. A realidade social através do jornal; 2.3. O comentário - uma argumentação de ponderação. CAP. III: ARGUMENTOS SOBRE O ABORTO: OS 'OPINION-MAKERS': 3.1. O nó górdio da discussão e as coisas que não se discutem; 3.2. Estratégias argumentativas: linguagens e lugares; 3.3. As margens e os desvios retóricos. PARTE IV - O JULGAMENTO DE AVEIRO - O ACONTECIMENTO PARADOXAL: 1. O pensamento jurídico e a retórica jurídica; 2. A retórica jurídica: uma teoria de ruptura; 3. A argumentação judiciária; 4. A decisão do juiz: o acto declarativo de condenação; 5. A contenda entre diferentes concepções da vida e do mundo; 6. O Elogio das Antígonas. CONCLUINDO: PARA UMA VISÃO CRIATIVA DO MUNDO DE RELAÇÃO EM QUE VIVEMOS: A mediatização do aborto: o político e o biopolítico; Na 'Retórica aberta', o lugar incerto das mulheres; A decisão: uma acção de vontade humana. [...]. ANEXOS | | Assuntos: | Aborto | Interrupção voluntária da gravidez | Comunicação social | Linguagem jornalística | Imprensa | Jornais--Diário de Notícias | Jornais--Público | Retórica | Teses de doutoramento | | CDU: | 343.62:316.77(043) | 316.77:343.62(043) | 343.62:070(043) | 070:343.62(043) | 343.62:808(043) | 808:343.62(043) | 070.4 | | Veja também: | Marques, Regina Maria Machado | Cunha, Tito Cardoso e | Marcos, Maria Lucília | Universidade Nova de Lisboa. Faculdade de ciências Sociais e Humanas | Instituto Politécnico de Setúbal. Escola Superior de Educação | | Localização: |
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| Título: | Silêncio e comunicação : ensaio sobre uma retórica do não-dito | | Autor(es): | Tito Cardoso e Cunha | | Publicação: | Lisboa : Livros Horizonte, 2005 | | Descrição física: | 76 p. ; 24 cm | | Colecção: | (Media e jornalismo) | | Resumo: | [Contracapa] - "Poderá o silêncio existir num mundo sem linguagem? Qual a natureza da relação entre linguagem e silêncio, se é que ela existe? Será possível a relação entre silêncio e verdade ou será contraditória uma vez que a verdade, para o ser, terá de ser enunciada, dita? David Le Breton vê o silêncio como "um modulador da comunicação", como a sua condição sine qua non. No entanto, nas sociedades de mediação electrónica, o silêncio tornou-se, apenas, uma interrupção momentânea equiparada à falha técnica. Faz-se apenas notar quando um mecanismo se desregula e falha, interrompendo o fluxo primeiro que é o do ruído. Por outro lado, temos cada vez mais a tendência para evitar e temer o silêncio já que a interacção social e as suas regras nos ditam que o silêncio é algo negativo. A própria expansão e evolução dos media terá gerado essa angústia do silêncio, uma vez que a sua natureza ou lógica é incompatível com ele. Em suma, o silêncio é muitas vezes entendido como marca de solidão e a sua ausência marca de sociabilidade. Não obstante, existem espaços onde ele é entendido, aceite e mesmo exigido, como na religião, na psicanálise, na filosofia, nas próprias regras da vida em sociedade. O silêncio não só é inseparável das várias formas de comunicação, como chega a ser, em certa medida, a sua condição de existência e de eficácia. Há, no entanto, uma forma radical de ausência do silêncio que o contradiz e impossibilita em pura negatividade e essa forma é o ruído. Precisamente aquilo que mais predomina nas nossa sociedades de mediação electrónica. Em Silêncio e Comunicação, Tito Cardoso e Cunha mostra-nos que se há algo que caracteriza o silêncio é precisamente a sua natureza multifacetada. Diz ele: "não existe o silêncio mas múltiplos e diversos silêncios". E vemos aqui como cada um desses silêncios se interliga e relaciona com os vários campos da humanidade." | | ISBN/ISSN: | ISBN 972-24-1373-2 | | Assuntos: | Meios de comunicação | Ensaio | | CDU: | 316.77(042) | | Veja também: | Cunha, Tito Cardoso e | | Localização: | |
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