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Base bibliográfica (ESE)
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Título: Os media e o silêncio político
Autor(es): Tito Cardoso e Cunha
Resumo: Resumo: "Este texto é uma tentativa de reflectir sobre a relação entre o silêncio político e os media. É uma relação contraditória e insustentável, como alguns proeminentes políticos já disso tiveram a experiência".
Publicado em: In: Comunicação e sociedade. - ISSN 1645-2089. - vol. 8 (2005), p. 39-45
Veja também: Cunha, Tito Cardoso e
Localização: P. P. 1955 (ESE) - A. 001705/11

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Título: Comunicação e ludicidade na formação do cidadão pré-escolar
Autor(es): Maria da Conceição de Oliveira Lopes ; [orient. José Tavares e Tito Cardoso e Cunha]
Publicação: Aveiro : Universidade de Aveiro, 1998
Descrição física: 2 v. : quadros e gráf. ; 30 cm
Notas: Bibliografia, p. 350-368. - Dissert. para Doutoramento em Ciências e Tecn. da Comun., apres. à Univ. de Aveiro, 1998
Contém: 1º v.: 368 p. - 2º v.: 158 p. - Anexos
Assuntos: Educação pré-escolar | Educadores de infância | Jogos educativos | Comportamento lúdico infantil | Educação para a cidadania | Teses de doutoramento
CDU: 373.2(043) | 371.38(043) | 159.922(043) | 37.03(043) | 001.8
Veja também: Lopes, Maria da Conceição de Oliveira | Tavares, José | Cunha, Tito Cardoso e | Universidade de Aveiro
Localização: 373.2(043) LOP-COM (ESE) - 16639/99.1. - Autogr. pelo autor. Em arquivo no mezanino
373.2(043) LOP-COM (ESE) - 16639/99.2. - Autogr. pelo autor. - Em arquivo no mezanino

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Título: O poder em cena
Autor(es): Georges Balandier ; trad. Ana Maria Lima ; rev. cient. Tito Cardoso e Cunha
Publicação: Coimbra : Minerva, 1999
Descrição física: 152, [4] p. 23 cm
Colecção: (Comunicação Teorias) ; 8.
Notas: Tít. orig.: Le pouvoir sur scènes. - Bibliografia, p. 151-152
Resumo: Índice: Nota introdutória. Preâmbulo. [CAP.] 1 - O drama. Para-notas. [CAP.] 2 - A desordem. Para-notas. [CAP.] 3 - O inverso. Para-notas. [CAP.] 4 - O écran. Para-notas. [CAP.] 5 - O grande ângulo. Para-notas. [...]
ISBN/ISSN: ISBN 972-8318-57-X
Assuntos: Poder--Dramatização | Poder--Representações | --História | Poder--Meios de comunicação de massas--Séc. 20 | Ensaios
CDU: 321(042.3) | 792(042.3) | 659.3"19"(042.3) | 070.11:792
Veja também: Balandier, Georges | Lima, Ana Maria | Cunha, Tito Cardoso e
Localização: 070.11:792 BAL-POD (ESE) - 22809/05
https://bibliodotnet.ips.pt/BiblioNet/Upload/O poder em cena.jpg

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Título: Mediatização retórica do aborto ou A sublimidade de Antígona
Autor(es): Regina Maria Machado Marques ; orient. cient. Tito Cardoso e Cunha, Maria Lucília Marcos
Publicação: Lisboa : R. M. M. Marques, 2007
Descrição física: 597 p. : il., pt. col. ; 30 cm + 1 errata
Notas: Bibliografia, p. 581-597. - Tese dout., Ciências da Comunicação, 2007, Univ. Nova de Lisboa
Contém: Anexos. - 2007. - 1 vol., pag. var. ; 30 cm
Resumo: Índice: Introdução. PARTE I - UMA 'RETÓRICA ALARGADA' NA CONTROVÉRSIA DO ABORTO: CAP. I: A RETÓRICA - UMA NERVURA DA CIVILIZAÇÃO: 1.1. Uma teoria para a discussão de assuntos controversos; 1.2. A argumentação na comunicação política; 1.3. A experiência humana. A razão prática e a acção; 1.4. Paradoxos da democracia; 1.5. O elogio e o poder das palavras - a política do performativo. CAP. II: O GÉNERO 'MEDIÁTICO' E A COMUNICAÇÃO POLÍTICA: 2.1. Os jornais - lugares de argumentação política; 2.2. O discurso mediático como discurso político; 2.3. A análise de discurso - o político e o argumentativo; 2.4. Sobre os lugares-comuns na argumentação política; 2.5. Em jeito de síntese - singularizar o político e apolitizar o "íntimo". CAP. III: A QUESTÃO DA DECISÃO DA MULHER: 3.1. A decisão: uma cascata e uma torrente de argumentos; 3.2. A decisão e os direitos da mulher; 3.3. Os conflitos da decisão: questionamentos filosóficos, éticos e morais. CAP. IV: A FORÇA RETÓRICA DA IMAGEM: 4.1. A representação do feto; 4.2. A representação do aborto. PARTE II - PARA UMA CARTOGRAFIA DO ABORTO: CAP. I: O ABORTO - REALIDADES E TRANSVERSALIDADES: 1.1. Entre "estórias" e memória: do local ao global; 1.2. O aborto - um objecto com história. Fragmentos de discursos; 1.3. Controvérsias médicas em Portugal; 1.4. A Maternidade: figura glorificada no século XVIII; 1.5. O aborto: problema de todos os tempos e de todas as culturas. CAP. II: ENQUADRAMENTO JURÍDICO-POLÍTICO DA IVG NO PLANO INTERNACIONAL: 2.1. O direito à igualdade e a IVG; 2.2. A IVG nos vários sistemas jurídicos; 2.3. O 'direito à vida' e a IVG; 2.4. A problematização do aborto nos 'fora' internacionais; 2.5. A discriminação e as disparidades das mulheres; 2.6. O direito à saúde sexual e reprodutiva; 2.7. A saúde reprodutiva e aborto na Europa: Panorama e desafios políticos; 2.8. IVG e as práticas culturais contrárias aos direitos das mulheres; 2.9. IVG e o direito ao desenvolvimento; 2.10. IVG e Democracia. CAP. III: O DEBATE POLÍTICO E SUAS DERIVAS EM PORTUGAL: 3.1. O debate político sobre a IVG - no Parlamento; 3.2. Derivas do debate sobre a IVG. PARTE III - RETÓRICA DA IMPRENSA E ARGUMENTAÇÃO SOBRE O ABORTO: CAP. I: PERSUASÃO E RETORICIDADE DO JORNAL: 1.1. Questões prévias; 1.2. O mapeamento dos debates sobre o aborto no 'Público' e no 'DN'; 1.3. O 'Ethos' do jornal - da objectividade à subjectivação jornalística; 1.4. Para uma topografia dos argumentos: o editorial; 1.5. A Retórica dos títulos e a sua função prsuasiva; 1.6. O aborto sob o olhar da imprensa. Outras tópicas, outros contextos; 1.7. A força persuasiva das imagens e do espaço. CAP. II: OS FACTOS E OS DADOS EM NOTÍCIA: 2.1. Os números não são os factos!; 2.2. A realidade social através do jornal; 2.3. O comentário - uma argumentação de ponderação. CAP. III: ARGUMENTOS SOBRE O ABORTO: OS 'OPINION-MAKERS': 3.1. O nó górdio da discussão e as coisas que não se discutem; 3.2. Estratégias argumentativas: linguagens e lugares; 3.3. As margens e os desvios retóricos. PARTE IV - O JULGAMENTO DE AVEIRO - O ACONTECIMENTO PARADOXAL: 1. O pensamento jurídico e a retórica jurídica; 2. A retórica jurídica: uma teoria de ruptura; 3. A argumentação judiciária; 4. A decisão do juiz: o acto declarativo de condenação; 5. A contenda entre diferentes concepções da vida e do mundo; 6. O Elogio das Antígonas. CONCLUINDO: PARA UMA VISÃO CRIATIVA DO MUNDO DE RELAÇÃO EM QUE VIVEMOS: A mediatização do aborto: o político e o biopolítico; Na 'Retórica aberta', o lugar incerto das mulheres; A decisão: uma acção de vontade humana. [...]. ANEXOS
Assuntos: Aborto | Interrupção voluntária da gravidez | Comunicação social | Linguagem jornalística | Imprensa | Jornais--Diário de Notícias | Jornais--Público | Retórica | Teses de doutoramento
CDU: 343.62:316.77(043) | 316.77:343.62(043) | 343.62:070(043) | 070:343.62(043) | 343.62:808(043) | 808:343.62(043) | 070.4
Veja também: Marques, Regina Maria Machado | Cunha, Tito Cardoso e | Marcos, Maria Lucília | Universidade Nova de Lisboa. Faculdade de ciências Sociais e Humanas | Instituto Politécnico de Setúbal. Escola Superior de Educação
Localização: 343.62:316.77(043) MAR-MED (ESE) - 27923/07. - Em arquivo no mezanino
343.62:316.77(043) MAR-MED (ESE) - 27923/07.A. - Em arquivo no mezanino
https://bibliodotnet.ips.pt/BiblioNet/Upload/ESE_documentos/Capas Livros/Mediatização... aborto - Tese.jpg

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Título: Silêncio e comunicação : ensaio sobre uma retórica do não-dito
Autor(es): Tito Cardoso e Cunha
Publicação: Lisboa : Livros Horizonte, 2005
Descrição física: 76 p. ; 24 cm
Colecção: (Media e jornalismo)
Resumo: [Contracapa] - "Poderá o silêncio existir num mundo sem linguagem? Qual a natureza da relação entre linguagem e silêncio, se é que ela existe? Será possível a relação entre silêncio e verdade ou será contraditória uma vez que a verdade, para o ser, terá de ser enunciada, dita? David Le Breton vê o silêncio como "um modulador da comunicação", como a sua condição sine qua non. No entanto, nas sociedades de mediação electrónica, o silêncio tornou-se, apenas, uma interrupção momentânea equiparada à falha técnica. Faz-se apenas notar quando um mecanismo se desregula e falha, interrompendo o fluxo primeiro que é o do ruído. Por outro lado, temos cada vez mais a tendência para evitar e temer o silêncio já que a interacção social e as suas regras nos ditam que o silêncio é algo negativo. A própria expansão e evolução dos media terá gerado essa angústia do silêncio, uma vez que a sua natureza ou lógica é incompatível com ele. Em suma, o silêncio é muitas vezes entendido como marca de solidão e a sua ausência marca de sociabilidade. Não obstante, existem espaços onde ele é entendido, aceite e mesmo exigido, como na religião, na psicanálise, na filosofia, nas próprias regras da vida em sociedade. O silêncio não só é inseparável das várias formas de comunicação, como chega a ser, em certa medida, a sua condição de existência e de eficácia. Há, no entanto, uma forma radical de ausência do silêncio que o contradiz e impossibilita em pura negatividade e essa forma é o ruído. Precisamente aquilo que mais predomina nas nossa sociedades de mediação electrónica. Em Silêncio e Comunicação, Tito Cardoso e Cunha mostra-nos que se há algo que caracteriza o silêncio é precisamente a sua natureza multifacetada. Diz ele: "não existe o silêncio mas múltiplos e diversos silêncios". E vemos aqui como cada um desses silêncios se interliga e relaciona com os vários campos da humanidade."
ISBN/ISSN: ISBN 972-24-1373-2
Assuntos: Meios de comunicação | Ensaio
CDU: 316.77(042)
Veja também: Cunha, Tito Cardoso e
Localização: 316.77(042) CUN-SIL (ESE) - 30531/11
https://bibliodotnet.ips.pt/BiblioNet/Upload/2768.jpg