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Base bibliográfica (ESE)
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Título: O reto do presente : feminismo, ecoloxía, pacifismo
Autor(es): I Congreso Movementos Sociais Alternativos, VI Jornadas para a Paz ; [coords. Cristina Caruncho, Purificación Mayobre] ; org. Facultade de Humanidades de Ourense, Nova Escola Galega, Educadores/as pela Paz
Publicação: Ourense : Facultade de Humanidades, D.L. 1995
Descrição física: 390 p. ; 24 cm
Notas: Txs. em galego e castelhano. - Bibliografia, p. 386-390
Resumo: Índice: Presentación. [CAP.] I. El nuevo aspecto de la polis, Celia Amorós. [CAP.] II. Identidad femenina en la realidad política española, Cristina Santamarina. [CAP.] III. Psicoerotismo femenino y masculino, Fina Sanz. [CAP.] IV. ¿Educar alumnas? ¿Educar mujeres? Algunas reflexiones sobre el tema, Aida Terrón Bañuelos. [CAP.] V. ¿Paz para la mujer o la mujer para la paz?, Carmen Romia i Agustí. [CAP.] VI. La reforma pendiente de la ONU, Vicenç Fisas. [CAP.] VII. Ecofeminismo, ¿Salvaran las mujeres al mundo?, Raquel Osborne. [CAP.] VIII. La ecología política como política del tiempo, Francisco Garrido Peña. [CAP.] IX. Ecología y democracia, José Luis Serrano Moreno. [CAP.] X. Una historia de la "Historia". Los que son y las que solo estan. [CAP.] XI. Tipos de ética e identidad femenina, Maria Teresa López de la Vieja de la Torre. [CAP.] XII. O feminismo onte e hoxe, Puri Mayobre. [CAP.] XIII. La mujer ante los cambios educativos, laborales y sociales, María Dolores Pérez Grande. [CAP.] XIV. Geografía y genero: nueva alternativa metodologica, Elena de Uña Alvarez. [CAP.] XV. Sida: implicaciones biopsicosociales en la mujer, María Lameiras Fernández. [CAP.] XVI. Alcoholismo y mujer: un estudio cualitativo de casos, Mª Emilia Martínez Gil. [CAP.] XVII. Menopausia, apoyo asistencial, E. Sueiro, [e outros]. [CAP.] XVIII. Mujer y universidad en Orense. La oferta universitaria y el acceso a la cultura superior, Carmen Benso Calvo. [CAP.] XIX. Diferencias entre sexos en las actitudes hacia las lenguas extranjeras, Elena de Prada. [CAP.] XX. Un debate aberto sobre a penalización das violacións, Pilar Gato. [CAP.] XXI. Autoformación ambiental. Educación non formal, Marina Vila. [CAP.] XXII. Reflexiones sobre la integración de la educación ambiental en la escuela, P. Membiela, E. Nogueiras, M. Suárez. [CAP.] XXIII. A animación no tempo libre e a educación ambiental como fomentadoras de actitudes positivas co entorno global, Amandi Arts. [CAP.] XXIV. Feminismo, ecología y pacifismo como tercera generación de derechos humanos, J. P. Morais Gallego. [CAP.] XXV. Mujer y deporte factores psico-sociales que inhiben la práctica deportiva femenina, Pino Díaz. [CAP.] XXVI. Movementos alternativos: okupación, a liberación do espazo para a cultura autoxestionada, Asamblea de Okupas de Ourense. [CAP.] XXVII. O inexistente, Margarita Becerra. [CAP.] XXVIII. Eutanasia y calidad de vida, Manuel Jardón. [CAP.] XXIX. Bicis pola paz, unha experiencia ecopacifista galega, Anxo Moure. [CAP.] XXX. La paz casi imposible, Sergio Vences. [CAP.] XXXI. El reto del presente, José Mira. [CAP.] XXXII. Un estudio sobre la violencia ejercida contra las mujeres, Mª Elena De Jesús Rodríguez, Josefa Martínez Campos. [CAP.] XXXIII. Factores de riesgo en el consumo de alcohol de las adolescentes orensanas, Mª Elena De Jesús Rodríguez. [...]
ISBN/ISSN: ISBN 84-87623-23-9
Assuntos: Movimentos sociais | Feminismo | Ecologia | Paz | Congressos | Jornadas
CDU: 323.2 | 305-055.2 | 504 | 316.6 | 061.3(460)"1993"
Veja também: Caruncho, Cristina | Mayobre, Purificación | Congreso Movementos Sociais Alternativos, 1, Ourense, 1993 | Xornadas para a Paz, 6, Ourense, 1993 | Universidad de Vigo Facultade de Humanidades
Localização: 323.2 RET (ESE) - 26437/06

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Título: Margem crítica e legitimação nos estudos para a paz
Autor(es): José Manuel Pureza, Teresa Cravo
Resumo: Os Estudos para a Paz, constituídos historicamente como conhecimento crítico e, portanto, alternativo à ciência normal em Relações Internacionais, vieram, nos anos noventa, a ser cooptados pelas estruturas de regulação do sistema internacional como fundamento de muitas das opções postas em prática sobretudo no quadro dos processos de reconstrução pós-bélica. Neste contexto, o resgate da linhagem crítica dos Estudos para a Paz implica hoje duas opções radicais. A primeira é a da qualificação da paz pretendida como paz sustentável. A segunda é a da descolonização epistemológica dos Estudos para a Paz.
Publicado em: In: Revista Crítica de Ciências Sociais. - Coimbra. - ISSN 0254-1106. - Nº71 (Jun. 2005), P. 5-19
Assuntos: Paz | Relações internacionais
CDU: 327
Veja também: Pureza, José Manuel, | Cravo, Teresa,
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Título: Investigação para a Paz : passado, presente e futuro
Autor(es): Håkan Wiberg
Resumo: O percurso de afirmação da Investigação para a Paz como disciplina assinala diferentes momentos de crise de identidade, expressos em densos debates epistemológicos. Como resultado desse crescimento dilemático, a Investigação para a Paz continua hoje atravessada por três questões conformadoras essenciais que este texto procura delimitar. A primeira é a do alcance da sua orientação para valores e políticas concretas. A segunda é a do seu lugar num território cognitivo disputado. E a terceira é a da densidade conferida à não-violência nos processos de transformação política.
Publicado em: In: Revista Crítica de Ciências Sociais. - Coimbra. - ISSN 0254-1106. - Nº71 (Jun. 2005), P. 21-42
Assuntos: Investigação | Paz
CDU: 172.4:303.4 | 303.4:172.4
Veja também: Wilberg, Håkan,
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Título: Filosofia e investigação para a paz
Autor(es): Vicent Martínez Guzmán
Resumo: Como seres humanos, temos competências para organizar as nossas relações, fazendo uso da guerra e de qualquer outro tipo de violência estrutural, cultural ou simbólica, que suponha a marginalização, exclusão e morte de uns seres humanos por outros e a degradação do ambiente. Mas também é certo que temos competências para organizar as nossas relações de forma pacífica: exprimindo ternura ou carinho nas relações interpessoais ou criando instituições de governação locais, estatais ou globais que promovam relações humanas baseadas na justiça e relações com a natureza baseadas na sustentabilidade. Neste contexto, o desafio filosófico dos estudos para a paz é a reconstrução normativa das nossas competências para fazer as pazes.
Publicado em: In: Revista Crítica de Ciências Sociais. - Lisboa. - ISSN 0254-1106. - Nº71 (Jun. 2005), P. 43-62
Assuntos: Investigação | Filosofia | Paz
CDU: 101:303.4 | 303.4:101 | 172.4
Veja também: Guzmán, Vicent Martínez,
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Título: Três formas de violência, três formas de paz : a paz, a guerra e a formação social indo-europeia
Autor(es): Johan Galtung
Resumo: Nas formações sociais, as formas de violência coexistem com as formas de paz. O presente artigo analisa a coexistência, na formação social indo-europeia, da violência cultural (produção de ideias justificativas das demais violências) com a paz cultural (cooperação e comiseração com todas as formas de vida); da violência directa (eliminação física do outro) com a paz directa (formas de controlo não-violentas, com sanções positivas); e da violência estrutural (mecanismos sistémicos de injustiça e morte) com a paz estrutural (satisfação das necessidades básicas e distribuição de bens e serviços).
Publicado em: In: Revista Crítica de Ciências Sociais. - Coimbra. - ISSN 0254-1106. - Nº71 (Jun. 2005), P. 63-75
Assuntos: Paz | Guerra | Formação social
CDU: 172.4:316.4 | 316.4:172.4
Veja também: Galtung, Johan,
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Título: Novíssimas guerras, novíssimas pazes : Desafios conceptuais e políticos
Autor(es): Tatiana Moura
Resumo: Este texto pretende dar conta da emergência de um novo tipo de violência armada organizada (novíssimas guerras), que ocorre a uma escala cada vez mais micro mas se manifesta, tal como as novas guerras, a nível global. São duas as finalidades desta conceptualização: por um lado, tornar visíveis e “reais” contextos que têm sido considerados marginais, e que podem constituir o prelúdio de uma conflitualidade (ainda) mais disseminada no futuro; por outro lado, lançar o desafio de pensar e encontrar novos caminhos que respondam às inseguranças provocadas por este tipo de novíssima guerra.
Publicado em: In: Revista Crítica de Ciências Sociais. - Coimbra. - ISSN 0254-1106. - Nº71 (Jun. 2005), P.77-96
Assuntos: Guerra | Paz | Política
CDU: 172.4:321.02 | 321.02:172.4
Veja também: Moura, Tatiana,
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Título: Por que é a Europa uma região pacífica? : Um novo quadro de análise
Autor(es): Rodrigo Tavares
Resumo: Apesar de o processo de pacificação da Europa ter tido início nos anos 50, foi a queda do Muro de Berlim, em 1989, que originou um crescimento exponencial de publicações vocacionadas para a descrição e explicação deste fenómeno. Após o entusiasmo teórico inicial, o actual decréscimo dos produtos da investigação é inversamente proporcional ao crescimento de laços de integração na União Europeia. Este artigo defende que as velhas ferramentas epistemológicas de compreensão da pacificação da Europa se tornaram obsoletas por estarem enraizadas num contexto regional ultrapassado. De forma a ultrapassar esta limitação, apresenta-se um novo quadro de interpretação baseado na ideia de Paz Regional e Aglomerados de Segurança (PRAS). A PRAS Europeia é abordada numa perspectiva histórica e abrangente.
Publicado em: In: Revista Crítica de Ciências Sociais. - Coimbra. - ISSN 0254-1106. - Nº71 (Jun. 2005), P. 9-112
Assuntos: Paz | Política internacional | História | Europa
CDU: 172.4:94(4) | 94:172.4(4) | 327
Veja também: Tavares, Rodrigo,
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Título: Reconceptualizar a paz e a violência : Uma análise crítica
Autor(es): Maria Raquel Freire, Paula Duarte Lopes
Resumo: Os estudos para a paz encontram-se actualmente numa encruzilhada, sendo criticados pelo seu programa de investigação demasiado amplo, pela sua posição acrítica relativamente à terminologia utilizada e pela desconexão entre investigação e acção. Este artigo propõe a reconceptualização do núcleo teórico dos estudos para a paz, não só retomando a paz como valor central, mas também enquadrando o binómio investigação-acção numa cultura da paz. Parte‑se de uma crítica à narrativa convencional sobre conflitos, a qual evoluiu com a Agenda para a Paz de Boutros Ghali, reflectindo desde então uma narrativa centrada na paz. Contudo, apesar da adopção de uma nova agenda política para a paz, os resultados práticos não têm reflectido esta alteração, que se tem revelado mais formal do que operacional. O artigo defende, assim, que a paz e a violência não são mutuamente exclusivas, adoptando o conceito do continuum de pazes e violências e propondo uma peace web para melhor enquadrar as dinâmicas em questão, atendendo especialmente ao âmbito da implementação.
Publicado em: In: Revista Crítica de Ciências Sociais. - Coimbra. - ISSN 0254-1106. - Nº82 (Set. 2008), P. 13-26
Assuntos: Paz | Violência
CDU: 172.4
Veja também: Freire, Maria Raquel, | Lopes, Paula Duarte,
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Título: Eleiçoes, democracia e desenvolvimento : Moçambique
Autor(es): coord. Brazao Mazula, Carlos Machili, Juarez de Maia
Edição: 1ª ed
Publicação: Maputo : Projecto Eleiçoes, Democracia e Desenvolvimento, 1995
Descrição física: 672 p
Notas: Seminário "Eleiçoes, Democracia e Desenvolvimento" no âmbito do Projecto do mesmo nome.. - Tít. da capa: Moçambique: eleiçoes, democracia e desenvolvimento.
Assuntos: Política | Países em desenvolvimento | Democracia | Paz | Eleiçoes | Economia | Educaçao | Mulheres | Moçambique
CDU: 32(679) | 316.3 | 321.7 | 316.6 | 324 | 342.8 | 330.3(679) | 37(679) | 396
Títulos relacionados: Moçambique
Veja também: Mazula, Brazao | Machili, Carlos | Maia, Juarez | Seminário "Eleiçoes, Democracia e Desenvolvimento", Maputo, 1995 | Embaixada do Reino dos Países Baixos (Maputo)
Localização: 32(679) ELE (ESE) - 12378/96

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