| Título: | Ensinar frações no 5º ano de escolaridade [Documento eletrónico] : um estudo sobre as práticas de uma professora | | Autor(es): | Joana Inês Carvalho Cardoso ; orient. Ana Maria Boavida | | Publicação: | Setúbal : J. I. C. Cardoso, 2016 | | Descrição física: | 1 disco ótico (CD-ROM) | | Notas: | Dissert. mestrado, Ensino do 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico, 2016, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Setúbal | | Resumo: | Resumo - "Este estudo tem como objetivo compreender de que modo posso preparar e concretizar um ensino favorável à aprendizagem dos números racionais não negativos representados sob a forma de fração. Assim, decidi estudar a minha prática enquanto professora de uma turma do 5º ano de escolaridade de uma escola do concelho do Seixal. Neste âmbito, coloquei as seguintes questões: a) a que aspetos dei especial atenção na preparação da aula? Quais se destacaram pela sua relevância? b) Como conduzi as aulas orientadas para a aprendizagem das frações? c) Que desafios experienciei? O enquadramento teórico foca, nomeadamente a complexidade do conceito de fração, discute a construção deste conceito numa perspetiva de desenvolvimento de sentido de número e refere aspetos a ter em conta na preparação e lecionação de aulas orientadas para a aprendizagem das frações. Em termos metodológicos, o estudo insere-se numa abordagem qualitativa de investigação e constitui uma investigação sobre a prática. Neste âmbito, concebi e concretizei uma intervenção pedagógica que decorreu, no âmbito do estágio no 2º ciclo, durante quatro semanas. Os dados foram recolhidos através de observação participante e recolha documental. Além disso, foram objeto de uma análise de conteúdo orientada por categorias temáticas. Os resultados deste estudo evidenciam que, na preparação das aulas, é importante selecionar e seriar tarefas que permitam trabalhar, com os alunos, os diferentes significados de fração. É, também, relevante antecipar possíveis estratégias de resolução dessas tarefas e inventariar questões a colocar, ou outras intervenções a fazer, nos momentos de discussão coletiva. No que diz respeito à condução das aulas, destaca-se o ser capaz de colocar boas questões no momento certo visando que os alunos aprofundem o seu conhecimento; monitorizar a sua atividade enquanto trabalham autonomamente de modo a conhecer e apoiar esta atividade mas sem constranger as potencialidades matemáticas das tarefas; e abrir o espaço discursivo da aula à voz dos alunos durante as discussões coletivas para que estes tenham a oportunidade de explicar e justificar os seus raciocínios. Entre os desafios que experienciei sobressaem identificar se uma tarefa é, ou não, poderosa considerando os objetivos de aprendizagem visados; antecipar estratégias de resolução que, potencialmente, os alunos poderão usar; gerir o currículo devido, em particular, à necessidade de ter em conta dois programas de Matemática diferentes; dominar, nalgumas ocasiões, o discurso da aula por intervir em demasia reduzindo as potencialidades de determinada tarefa; e conseguir orquestrar, da melhor forma, as discussões coletivas." | | Assuntos: | Ensino da matemática | Frações | Ensino básico 2º ciclo | Teses de mestrado | Relatório de projeto de investigação | Relatório de estágio | | CDU: | 511.41(043) | 373.33 | | Veja também: | Cardoso, Joana Inês Carvalho | Boavida, Ana Maria | Instituto Politécnico de Setúbal. Escola Superior de Educação | | Outros recursos: | Texto integral no RCIPS
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| Título: | O jogo e a relação com a matemática [Documento eletrónico] : um estudo no 4º ano de escolaridade | | Autor(es): | Ana Isabel Unguento Sabino ; orient. Ana Maria Boavida | | Publicação: | Setúbal : A. I. U. Sabino, 2016 | | Descrição física: | 1 disco ótico (CD-ROM) | | Notas: | Dissert. mestrado, Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico, 2016, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Setúbal | | Resumo: | Resumo - "O presente trabalho decorre de um projeto desenvolvido, durante três meses, no âmbito da unidade curricular Estágio III, integrada no Mestrado em Educação Pré-Escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico. O seu objetivo é compreender potencialidades dos jogos no contexto da aprendizagem da Matemática. Neste âmbito, defini as seguintes questões: como se relacionam os alunos com a Matemática? Como experienciam a exploração de jogos quando trabalham em Matemática? No enquadramento teórico centro-me, em primeiro lugar, em aspetos gerais relacionados com o ensino e a aprendizagem da Matemática. Em segundo lugar, foco-me nos jogos no ensino e aprendizagem da Matemática, abordando o significado de jogo, tipos de jogos, relações entre o jogo e a atividade Matemática e potencialidades dos jogos para a aprendizagem da Matemática. Quanto à metodologia, o estudo enquadra-se numa abordagem qualitativa de investigação e constitui uma investigação sobre a prática. Neste contexto, concebi e concretizei uma intervenção pedagógica durante a qual alunos do 4º ano de escolaridade exploraram jogos de diversos tipos. Todos os jogos escolhidos tinham a intenção de despertar o interesse dos alunos para aprender Matemática e estavam relacionados com o tema Números e Operações. Os dados empíricos foram recolhidos através da observação participante e da recolha documental. Estes dados foram posteriormente objeto de análise de conteúdo orientada por categorias temáticas. Os resultados da investigação revelam que alguns alunos gostam de Matemática, mas que a maioria não se sente à vontade com esta disciplina, nomeadamente devido a dificuldades que experienciam. A referência a dificuldades é feita, também, por alunos que dizem gostar de Matemática. Os jogos foram encarados pelos alunos como um desafio e em qualquer momento de jogo (no início, no meio ou no fim), maioritariamente, referiram sentir-se contentes ou fascinados." | | Assuntos: | Ensino básico 1º ciclo | Ensino da matemática | Jogos | Teses de mestrado | Relatório de projeto de investigação | Relatório de estágio | | CDU: | 373.32:51-8(043) | 51-8:373.32(043) | | Veja também: | Sabino, Ana Isabel Unguento | Boavida, Ana Maria | Instituto Politécnico de Setúbal. Escola Superior de Educação | | Outros recursos: | Texto integral no RCIPS
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| Título: | Resolução de problemas de subtração no 2º ano de escolaridade [Documento eletrónico] | | Autor(es): | Sara Meneses Ribeiro ; orient. Fátima Mendes | | Publicação: | Setúbal : S. M. Ribeiro, 2016 | | Descrição física: | 1 disco ótico (CD-ROM) | | Notas: | Dissert. mestrado, Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico, 2016, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Setúbal | | Resumo: | Resumo - O presente estudo integra-se na área da matemática, mais propriamente na resolução de problemas, tendo como principal objetivo compreender e caracterizar o modo como alunos do 2.º ano resolvem problemas de subtração. Neste âmbito, este estudo pretende identificar as estratégias usadas pelos alunos e as dificuldades que manifestam quando resolvem problemas de subtração. A fundamentação teórica apresenta tópicos essenciais para o estudo, nomeadamente: a aprendizagem da subtração; os sentidos da subtração; a resolução de problemas; as dificuldades na resolução de problemas; as estratégias gerais de resolução de problemas e as estratégias de resolução de problemas de subtração; e, por fim, a aprendizagem da subtração nas orientações curriculares. O estudo enquadra-se numa abordagem qualitativa de natureza interpretativa. Todos os 25 alunos participaram na resolução dos problemas, mas apenas três foram selecionados para que se realizasse uma análise mais profunda das suas resoluções. A proposta pedagógica elaborada, constituída por oito problemas, foi desenvolvida ao longo de seis semanas. Durante esse tempo, foram recolhidos os dados necessários à investigação, conseguida principalmente através da observação participante e da recolha documental. As conclusões do estudo mostram que os alunos recorrem a diversas estratégias para resolver problemas e que as principais dificuldades que os alunos apresentaram na resolução dos mesmos são relacionadas com a compreensão dos problemas, a dificuldade em encontrar a estratégia apropriada e a dificuldade no processo de resolução. | | Assuntos: | Matemática | Ensino da matemática | Aprendizagem da subtração | Resolução de problemas | Ensino básico 1º ciclo | Teses de mestrado | Relatório de projeto de investigação | Relatório de estágio | | CDU: | 373.32:51(043) | 51:373.32(043) | | Veja também: | Ribeiro, Sara Meneses | Mendes, Fátima | Instituto Politécnico de Setúbal. Escola Superior de Educação | | Outros recursos: | Texto integral no RCIPS
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| Título: | Construindo uma sequência de tarefas de multiplicação [Documento eletrónico] : um estudo realizado no 1º ciclo de escolaridade | | Autor(es): | Márcia Sofia Roque Batista ; orient. Catarina Delgado | | Publicação: | Setúbal : M. S. R. Batista, 2016 | | Descrição física: | 1 disco ótico (DVD-Rom) | | Notas: | Dissert. mestrado, Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico, 2016, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Setúbal | | Resumo: | Resumo - O presente estudo tem como objetivo compreender as estratégias e procedimentos dos alunos quando resolvem tarefas de multiplicação e as dificuldades com que alunos se deparam e, ainda, analisar as potencialidades da sequência de tarefas construída. O quadro teórico deste relatório é constituído por cinco secções que apresentam temáticas diversas: a aprendizagem da multiplicação e as orientações curriculares; as caraterísticas das tarefas e a aprendizagem da multiplicação; as sequências de tarefas e a aprendizagem da multiplicação; estratégias e procedimentos de cálculo de resolução de tarefas de multiplicação; dificuldades na aprendizagem da multiplicação. Para a realização do estudo foi tomada como opção metodológica a investigaçãoação. Neste estudo participaram 26 alunos, sendo que metade pertencia ao 2.º ano de escolaridade e a outra metade ao 3.º ano de escolaridade. A fim de recolher os dados necessários foram utilizados os seguintes métodos: observação-participação; entrevista clínica; análise de conteúdo. Como instrumentos utilizaram-se: a captação aúdio, captação audiovisual, notas de campo e produções dos alunos. A proposta de intervenção deste estudo diz respeito à realização de uma sequência de tarefas de multiplicação e exploração da mesma na sala de aula. A sequência era composta por oito tarefas que visavam a aprendizagem da multiplicação. A exploração ocorreu de acordo com as ideias subjacentes ao ensino exploratório da matemática. Os resultados do estudo evidenciam que: (i) os alunos utilizam estratégias e procedimentos de cálculo bastante diversificados para resolver tarefas de multiplicação; (ii) a estratégia mais usada pelos alunos é a aditiva; (iii) os alunos demonstram três principais dificuldades: apresentar uma resposta à questão, explicitar o procedimento e/ou estratégia utilizada e necessidade de registar todos os elementos associados à malha retangular apresentada; (iv) a criação de uma sequência de tarefas permite uma coesão, adequação e articulação de tarefas que ajudará os alunos na evolução do raciocínio matemático e (v) os números e os contextos das tarefas ajudam os alunos a evoluir nas estratégias e nos procedimentos utilizados. | | Assuntos: | Matemática | Ensino da matemática | Multiplicação | Ensino básico 1º ciclo | Teses de mestrado | Relatório de projeto de investigação | Relatório de estágio | | CDU: | 373.32:51(043) | 51:373.32(043) | | Veja também: | Batista, Márcia Sofia Roque | Delgado, Catarina | Instituto Politécnico de Setúbal. Escola Superior de Educação | | Outros recursos: | Texto integral no RCIPS
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| Título: | A utilização de materiais na aprendizagem da geometria [Documento eletrónico] | | Autor(es): | Joana Filipa Queirós Martins ; orient. Joana Brocardo | | Publicação: | Setúbal : J. F. Q. Martins, 2016 | | Descrição física: | 1 disco ótico (CD-ROM) | | Notas: | Dissert. mestrado, Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico, 2016, Escola superior de educação, Instituto Politécnico de Setúbal | | Resumo: | Resumo - O presente Relatório do Projeto de Investigação, desenvolvido no âmbito da unidade curricular Estágio III, do curso de Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico, descreve, reflete e analisa a intervenção pedagógica realizada numa turma de 2.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Esta intervenção assenta na implementação de tarefas com recurso a diversos materiais com o objetivo de facilitar a aprendizagem das crianças. A relevância dos materiais na aprendizagem da matemática, tal como a relação entre a construção de conhecimentos matemáticos e essa utilização como instrumentos de mediação, são possíveis facilitadores na construção desses conhecimentos. Neste sentido, o professor tem o papel conduzir as crianças através de um percurso informal até à Matemática, valorizando e respeitando as suas diferenças, motivando-as na construção do pensamento matemático, indispensável nos dias de hoje. A metodologia considerada mais adequada ao estudo empírico posiciona-se na abordagem da investigação-ação, sendo uma investigação que se insere numa perspetiva qualitativa e que é igualmente uma investigação sobre a minha prática. Assim, o método de recolha de informação baseia-se na intervenção no contexto, sendo complementado pelos questionários realizados aos alunos, pela observação participante, pelas notas de campo e pela análise documental. Através deste estudo, é possível inferir que no processo de ensino-aprendizagem os alunos conseguem ter um maior interesse e um empenho mais concreto quando se consegue promover um bom ambiente entre todos, diversificando as estratégias e material utilizado durante as aulas, ou seja é necessário valorizar os conteúdos, materiais ou a relação entre eles. | | Assuntos: | Matemática | Ensino da matemática | Geometria | Ensino básico 1º ciclo | Teses de mestrado | Relatório de projeto de investigação | Relatório de estágio | | CDU: | 373.32:514(043) | 514:373.32(043) | | Veja também: | Martins, Joana Filipa Queirós | Brocardo, Joana | Instituto Politécnico de Setúbal. Escola Superior de Educação | | Outros recursos: | Texto integral no RCIPS
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| Título: | A aprendizagem da adição e subtração através da resolução de problemas [Documento eletrónico] | | Autor(es): | Ana Filipa Eleutério Vieira ; orient. Fátima Mendes | | Publicação: | Setúbal : A. F. E. Vieira, 2016 | | Descrição física: | 1 disco ótico (CD-ROM) | | Notas: | Dissert. mestrado, Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico, 2016, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Setúbal | | Resumo: | Resumo - O presente estudo foca-se na resolução de problemas de adição e subtração no contexto do 2.º ano de escolaridade, tendo como objetivo compreender o modo como os alunos resolvem esses problemas. Mais concretamente, pretende identificar as estratégias utilizadas pelos alunos, compreender as dificuldades que manifestam e perceber se, no final do estudo, houve mudanças nas estratégias utilizadas. A fundamentação teórica inclui, essencialmente, os seguintes tópicos: o sentido de número e cálculo mental; a aprendizagem das operações de adição e subtração e a resolução de problemas destas operações; as estratégias de adição e subtração; as dificuldades na resolução de problemas de adição e subtração; e, finalmente, a resolução de problemas destas operações nas orientações curriculares. Do ponto de vista metodológico, esta investigação caracteriza-se como qualitativa e enquadra-se num paradigma interpretativo. Nela participaram 17 alunos pertencentes a uma turma do 2.º ano de escolaridade, tendo sido escolhidos 2 desses alunos para uma análise aprofundada das suas resoluções. A recolha de dados ocorreu ao longo de quatro semanas e meia através da observação participante, de entrevistas clínicas e da análise documental. A análise dos catorze problemas, construídos ou adaptados por mim, teve por base as produções escritas de dois alunos permitindo obter conclusões desta investigação. Os resultados deste estudo evidenciam que: (1) os alunos recorrem a três tipos de representação do cálculo para resolver os problemas: horizontal, vertical e através da reta numérica; (2) as estratégias mais utilizadas são a 1010, uma próxima ao algoritmo e a N10; (3) nos problemas de subtração com sentido completar e comparar os alunos tendem a utilizar estratégias aditivas, enquanto que nos problemas com sentido retirar não se verifica qualquer preferência; (4) as principais dificuldades relacionam-se com a interpretação de enunciados, a seleção e utilização correta das estratégias, a interpretação dos resultados e a justificação dos raciocínios; (5) os alunos tiveram oportunidade de conhecer e manipular um modelo de apoio ao cálculo, a reta numérica, que os conduziu à utilização de novas estratégias. | | Assuntos: | Matemática | Ensino da matemática | Resolução de problemas | Teses de mestrado | Relatório de projeto de investigação | Relatório de estágio | | CDU: | 373.32:51(043) | 51:373.32(043) | | Veja também: | Vieira, Ana Filipa Eleutério | Mendes, Fátima | Instituto Politécnico de Setúbal. Escola Superior de Educação | | Outros recursos: | Texto integral no RCIPS
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| Título: | Trabalhar com a matemática em educação de infância [Documento eletrónico] : a atividade de resolver problemas | | Autor(es): | Teresa Carrilho Bicho ; orient. Ana Maria Boavida | | Publicação: | Setúbal : T. C. Bicho, 2016 | | Descrição física: | 1 disco ótico (DVD-Rom) | | Notas: | Dissert. mestrado, Educação pré-escolar, 2016, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Setúbal | | Resumo: | Resumo - "Este estudo tem como principal objetivo compreender e analisar o modo como crianças de creche e jardim-de-infância resolvem problemas matemáticos e o que pode constranger a resolução. Em particular, procurei analisar a atividade matemática que as crianças desenvolvem quando se confrontam com problemas matemáticos e os desafios com que se deparam. Do ponto de vista metodológico, o estudo enquadra-se numa abordagem qualitativa de investigação e num paradigma interpretativo. Além disso, trata-se de uma investigação-ação orientada pela questão “como otimizar a atividade de resolver problemas matemáticos em contextos de educação de infância?”. Neste âmbito, propus a quatro crianças de creche e a 21 de jardim-de-infância um conjunto de tarefas selecionadas para, potencialmente, terem, para si, algum grau de desafio. Os principais métodos de recolha de dados foram a observação participante, a análise documental e um inquérito por questionário realizado às educadoras cooperantes. O estudo ilustra que é possível envolver crianças de creche e de jardim-de-infância numa atividade de resolução de problemas matemáticos e que esta atividade é favorecida se o contexto dos problemas estiver próximo do que fazem no dia-a-dia da sala. Durante o processo de resolução das tarefas propostas, foram mobilizadas e trabalhadas diversas noções matemáticas. Na creche, todas as crianças evidenciaram possuir conhecimentos acerca da noção topológica “dentro de” e “fora de” e algumas foram bem-sucedidas no uso do processo de classificação, tendo em conta um critério. Neste âmbito, recorreram a representações ativas. No jardim-de-infância, todas as crianças conseguiram fazer a contagem sincronizada das letras do seu nome, de indicar a quantidade de letras, o que indicia o conhecimento da noção de cardinal, e de representar esta quantidade recorrendo tanto a numerais como a representações icónicas. Além disso, foram capazes de interpretar uma tabela de modo a construir um gráfico com barras e de elaborar um pictograma, o que revela possuírem conhecimentos ao nível da literacia estatística. Por último, algumas crianças foram bem-sucedidas na descoberta de estratégias de resolução de problemas que lhes permitiram inventariar exaustivamente todas as possibilidades de resolução e contar, organizadamente, estas possibilidades. No decurso desta atividade surgiram tentativas de generalização, embora nem sempre corretas, sobressaindo o recurso a representações ativas nomeadamente à dramatização de situações. Quanto aos desafios com que se depararam destacam-se, no caso da creche, o uso correto do processo de classificação. No caso do jardim-de-infância, as crianças demonstraram dificuldades em distinguir a legenda do pictograma dos dados, em resolver um problema em que estava em jogo o sentido combinatório da multiplicação e em encontrar estratégias de generalização. O estudo indicia, ainda, que é essencial que o educador proponha tarefas diversificadas e desafiantes que, partindo sempre da curiosidade e interesse das crianças, lhes permitam trabalhar com ideias matemáticas importantes e representar adequadamente o conhecimento com que lidam." | | Assuntos: | Creche | Jardim de infância | Matemática | Ensino da matemática | Teses de mestrado | Relatório de projeto de investigação | Relatório de estágio | | CDU: | 373.22/.24(043) | 51(043) | | Veja também: | Bicho, Teresa Carrilho | Boavida, Ana Maria | Instituto Politécnico de Setúbal. Escola Superior de Educação | | Localização: | |
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| Título: | Prática de questões-aula numa perspetiva de avaliação formativa em matemática [Documento eletrónico] | | Autor(es): | Sara Filipa Martins Gomes ; orient. Jorge Pinto | | Publicação: | Setúbal : S. F. M. Gomes, 2016 | | Descrição física: | 1 disco ótico (CD-ROM) | | Notas: | Dissert. mestrado, Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico, 2016, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Setúbal | | Resumo: | Resumo - “O presente estudo pretende dar resposta à questão De que forma a prática de questões-aula, numa perspetiva de avaliação formativa, contribui para a identificação e superação de dificuldades dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico (1CEB) na área da Matemática? É seguida uma abordagem qualitativa, inserindo-se numa perspetiva de investigação-ação. Para a recolha dos dados foram utilizadas técnicas de observação participante e de análise documental. No estudo participei no papel de professora estagiária em conjunto com 26 alunos do 2.º ano do 1.ºCEB, outra professora estagiária e a professora cooperante. De forma a procurar a resposta à pergunta inicial recorreu-se à prática de questões-aula, numa perspetiva formativa. As questões-aula são constituídas por um conjunto de perguntas que visa a consolidação dos conhecimentos desenvolvidos, no caso, da área da Matemática. Relativamente à sua utilização, as questões-aula foram entregues, em papel, aos alunos no final de aulas de Matemática. O uso deste instrumento de avaliação divide-se em três fases: a resolução por parte dos alunos; a análise e atribuição de feedback por parte do professor; e, por último, a reformulação das respostas tendo por base as informações contidas no feedback. Com efeito, o presente estudo realça a importância que assumiram as questões-aula na cultura de sala. Mais pormenorizadamente, evidencia esta prática como meio da avaliação formativa em contexto sala de aula e no seguimento da exploração de tarefas matemáticas. Da mesma forma, reforça o papel do feedback e dos seus resultados positivos face ao desenvolvimento de competências de autorregulação e metacognição.” | | Assuntos: | Ensino básico 1º ciclo | Ensino da matemática | Teses de mestrado | Relatório de projeto de investigação | Relatório de estágio | | CDU: | 373.32:51(043) | 51:373.32(043) | | Veja também: | Gomes, Sara Filipa Martins | Pinto, Jorge | Instituto Politécnico de Setúbal. Escola Superior de Educação | | Outros recursos: | Texto integral no RCIPS
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| Título: | O uso das estratégias de cálculo mental por alunos do 3º ano de escolaridade [Documento eletrónico] | | Autor(es): | Carina Veloso ; orient. Joana Brocardo | | Publicação: | Setúbal : C. Veloso, 2015 | | Descrição física: | 1 disco ótico (CD-ROM) | | Notas: | Dissert. mestrado, Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico, 2015, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Setúbal | | Resumo: | Resumo - "O cálculo mental, essencial ao longo da vida, deve ser desenvolvido desde os primeiros anos de escolaridade, através do contacto com diversas experiências. A matemática é para todos e, tal como o NCTM defende, aqueles que compreendem e são capazes de fazer matemática terão oportunidades e opções significativamente maiores para construir os seus futuros (NCTM, 2007, p. 5). Para que tal seja possível, o cálculo mental deve ser devidamente desenvolvido e estimulado desde cedo, permitindo um aumento da eficácia de utilização ao longo do tempo. A implementação de rotinas de cálculo mental permite aos alunos o desenvolvimento de estratégias de cálculo flexíveis entre os números, utilizando as propriedades das operações. O estudo desenvolvido baseia-se na utilização e na evolução das estratégias usadas pelos alunos durante a exploração de tiras de cálculo mental e cadeias numéricas. Para a concretização do mesmo, foram colocadas duas questões: Quais as estratégias de cálculo mental que os alunos usam? Como evoluem as escolhas das estratégias de cálculo mental? Este estudo foi realizado numa turma com 20 alunos com idades entre os 7 e os 8 anos de idade e seguiu uma metodologia qualitativa de investigação-ação. Os resultados obtidos permitem afirmar que no final do estudo os alunos se mostram mais à-vontade com algumas estratégias, que parecem ter facilitado o desenvolvimento do raciocínio e da comunicação matemática. Nas diferentes operações apresentadas no estudo os alunos mostraram a sua preferência por algumas estratégias específicas. No que diz respeito às operações de adição os alunos usam mais estratégias de decomposição; na subtração os alunos preferem a estratégia de saltos e, na multiplicação os alunos dividem-se em procedimentos aditivos e procedimentos multiplicativos. Em todas as operações existe sempre um grande número de alunos que apresenta apenas o resultado, não evidenciando o tipo de estratégia utilizada. Com a exploração das cadeias numéricas os alunos usaram algumas estratégias que não tinham sido aplicadas na resolução das tiras, mostrando alguma evolução no desenvolvimento do seu raciocínio, bem como na comunicação." | | Assuntos: | Ensino básico 1º ciclo | Ensino da matemática | Cálculo mental | Teses de mestrado | Relatório de projeto de investigação | Relatório de estágio | | CDU: | 373.32:51(043) | 51:373.32(043) | | Veja também: | Veloso, Carina | Brocardo, Joana | Instituto Politécnico de Setúbal. Escola Superior de Educação | | Outros recursos: | Texto integral no RCIPS
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| Título: | Estratégias adotadas por alunos do 2º ano na resolução de problemas matemáticos [Documento eletrónico] | | Autor(es): | Débora Pereira Marques ; orient. Joana Brocardo | | Publicação: | Setúbal : D. P. Marques, 2015 | | Descrição física: | 1 disco ótico (CD-ROM) | | Notas: | Dissert. mestrado, Educação Pré-Escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico, 2015, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Setúbal | | Resumo: | Resumo - “Esta investigação tem como objetivos a identificação, o estudo e a exploração das diversas estratégias apresentadas por alunos do segundo ano de escolaridade na resolução de problemas matemáticos. Desta forma, no decorrer da sua realização procurei encontrar respostas para três questões fundamentais: a) Quais as estratégias de resolução de problemas que os alunos usam?; b) O que pode influenciar a escolha de determinadas estratégias em detrimento de outras?; e c) Identificam-se alterações relativamente à seleção das estratégias adotadas pelos alunos no final do projeto? Atendendo às caraterísticas e aos objetivos desta investigação, considerei adequada a adoção de uma perspetiva qualitativa, sob um paradigma interpretativo e com um design de investigação fortemente demarcado pela investigação-ação. Esta foi uma investigação desenvolvida numa turma de 2.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico, constituída por vinte e seis alunos de uma escola pública nos Brejos de Azeitão. De modo a proceder à recolha e à, posterior, análise dos dados reunidos, recorri à observação participante, à entrevista e às produções dos alunos. Assim, apresentei à turma um conjunto de catorze problemas ao longo de onze semanas, sendo que todos os alunos tiveram oportunidade de contribuir para a presente investigação. Os resultados deste estudo evidenciam que as estratégias de resolução mais usadas pelos alunos são, neste caso, a escolha de uma operação e a elaboração de um desenho, tendo estas escolhas sido influenciadas maioritariamente pelos objetivos a que as tarefas se propunham, pelos hábitos de trabalho familiares à turma e pela metodologia de trabalho adotada no início do projeto. Através desta investigação foi possível perceber uma evolução na turma, sendo que alguns dos alunos passaram da representação icónica para a representação simbólica como meio para resolver os problemas propostos e outros compreenderam a existência de diversas estratégias de resolução de problemas mais pertinentes do que a escolha de uma operação (em função da tarefa em causa).” | | Assuntos: | Matemática | Ensino da matemática | Resolução de problemas | Ensino básico 1º ciclo | Teses de mestrado | Relatório de projeto de investigação | Relatório de estágio | | CDU: | 373.32:51(043) | 51:373.32(043) | | Veja também: | Marques, Débora Pereira | Brocardo, Joana | Instituto Politécnico de Setúbal. Escola Superior de Educação | | Outros recursos: | Texto integral no RCIPS
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