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Base bibliográfica (ESE)
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Título: (In)Definições de Criatividade ou uma Dupla Ansiedade a Gerir
Autor(es): Maria de Fátima Morais
Resumo: No estudo da criatividade emergem, paralelamente, um forte investimento e uma forte complexidade. Tal complexidade leva-nos, por sua vez, a descobrir ambiguidades a nível da própria definição de conceito. A sua multiplicidade de definições, terminologias e padrões de realização, não tem correspondido o esforço de operacionalização, de delimitação e de integração necessário. Julga-se, então, importante aprofundar tal desequilíbrio para um conhecimento lúcido do estatuto desse objecto de saber. Apenas assim poderão sair fundamentadas, nas suas potencialidades e limitações, acções de investigação, avaliação e intervenção, seja qual for o contexto. É com esta preocupação, de alerta face a fragilidades envolventes do conceito, que apresentaremos informações, interrogações e lacunas, assim como a vontade de uma leitura simultaneamente rigorosa e flexível que o estudo da criatividade parece exigir.
Publicado em: In: Cadernos de Criatividade. - Lisboa. - ISSN 0874-8047. - Nº1, P. 5-20
Assuntos: Criatividade
CDU: 159.954
Veja também: Morais, Maria de Fátima,

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Título: La Creatividad para dar un Sentido de Genuina Plenitud a la Vida y a la Educación
Autor(es): David de Prado Diez
Publicado em: In: Cadernos de Criatividade. - Lisboa. - ISSN 0874-8047. - Nº1, P. 41-48
Assuntos: Criatividade | Educação | Ensino de uma segunda língua
CDU: 371.3:81'243 | 81'243:371.3
Veja também: Diez, David de Prado,

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Título: Percepções de Criatividade e Eficácia no Ensino, de Alunos e Professores do Ensino Superior Politécnico : Uma Investigação no IPL
Autor(es): Fernando Cardoso de Sousa
Resumo: O presente estudo pretende apresentar dados relativos à comparação das perspectivas de alunos e professores do ensino superior politécnico sobre a criatividade e a eficácia no ensino. O estudo decorreu nas sete escolas do Instituto Politécnico de Lisboa, em 1997-99, em que foram obtidas 1.097 respostas a questionários, correspondentes a uma população de mais de 900 professores e 8000 estudantes ao nível de bacharelato. o questionário utilizado foi construído com base na teoria dos constructos pessoais de Kelly, que tenta explicar o modo como as percepções do individuo influenciam as suas expectativas. Foram igualmente realizadas entrevistas e observações de aulas a professores que foram designados como exemplos de criatividade no ensino. os resultados obtidos confirmaram a hipótese levantada, isto é, os estudantes do IPL exibem uma atitude mais favorável à criatividade no ensino, em relação aos professores. Estes resultados, se bem que mantendo sempre a diferença de percepção entre professores e alunos, revelaram diferenças marcantes entre algumas Escolas, mas apenas entre os alunos, mantendo-se constantes as percepções dos professores. Os dados obtidos a partir dos professores criativos, permitiram concluir que estes conseguem construir o seu papel a partir de um equilíbrio entre a eficácia exigida pela classe a que pertencem, e a necessidade de estabelecerem uma comunicação com os estudantes. A eficácia procurada, mantendo os estudantes como referência principal, parece ser percebida por estes como criatividade no ensino. A confirmarem-se estes resultados, as implicações que se afiguram poderem ser sugeridas, têm a ver com aquilo que separa professores e alunos, em termos da construção do papel do professor julgada mais adequada.
Publicado em: In: Cadernos de Criatividade. - 2000. - ISSN 0874-8047. - Nº1, P. 49-60
Assuntos: Ensino superior | Criatividade | Professores
CDU: 159.954:371.3 | 371.3:159.954
Veja também: Cardoso de Sousa, Fernando,

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Título: Professor e Facilitador de CPS(Creative Problem Solving)
Autor(es): Helena Gil da Costa
Resumo: o presente artigo congrega e regista algumas das principais mudanças e aprendizagens profissionais realizadas pela autora no âmbito da criatividade em geral e do processo de Creative problem Solving (CPS) em particular. O contacto mais próximo que, nos últimos anos, pôde estabelecer com esta metodologia específica de trabalho com grupos e equipas veio suscitar um grande interesse por este processo e, por essa via, encontrar mais um meio de rever conceitos, atitudes e comportamentos que possam caracterizar a postura profissional docente.
Publicado em: In: Cadernos de Criatividade. - Lisboa. - ISSN 0874-8047. - Nº1, P. 61-68
Assuntos: Professores | Resolução de problemas | Criatividade
CDU: 371.14
Veja também: Costa, Maria Helena Gil da,

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Título: Os Dez Mil Imortais
Autor(es): João Aguiar
Publicado em: In: Cadernos de Criatividade. - Lisboa. - ISSN 0874-8047. - Nº1, P. 69-74
Assuntos: Papel do professor
CDU: 371.15
Veja também: Aguiar, João,

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Título: Ensinar Processos de Pensamento : Sobrevivência no Novo Milénio
Autor(es): Doris J. Shallcross
Resumo: os processos de pensamento, tanto criativos como críticos, fazem parte do plano intelectual, pois ambos se constituem como os processos mentais aos quais a maior parte do ensino é consagrado. Quando os professores concentram a sua atenção nas formas como os estudantes processam a informação, estão a ajudá-los a desenvolver o seu mais precioso recurso humano. Ao designar um determinado exercício ou método, os professores podem desencadear algo no intelecto, tocar emoções e captar o espírito. os processos de pensamento representam um ponto de partida. Ajudar os estudantes a tomarem consciência dos seus próprios poderes de pensamento, proporcionando-lhes a perícia para recorrerem às suas capacidades intelectuais, dá início a uma reacção em cadeia. Quando os estudantes começarem a compreender as suas capacidades mentais, então as suas emoções serão instigadas a desenvolver o autoconceito. Eles experimentarão assim uma autoestima, talvez mesmo pela primeira vez. Esta reacção, por sua vez, capta o espírito, dando ânimo aos estudantes para que estes possam continuar a perseguir os seus próprios mundos. Para além de desencadear esta reacção em cadeia, através do ensino de processos de pensamento, o professor consegue, também, impedir o surgimento de sentimentos de inferioridade face às tecnologias sofisticadas do nosso tempo.
Publicado em: In: Cadernos de Criatividade. - Lisboa. - ISSN 0874-8047. - Nº1, P. 75-86
Assuntos: Ensino | Professores | Alunos
CDU: 37.025
Veja também: Shallcross, Doris J.,

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Título: Optimismo e criatividade : quatro narrativas para uma entrada feliz
Autor(es): Luís Miguel V. A. Neto
Resumo: Partindo de algumas ideias da literatura da psicologia positiva, o autor apresenta quatro narrativas exemplificativas da adopção de estratégias optimistas, no contexto da técnica desenvolvida por Milton Erickson da metáfora múltipla encoberta, isto é intuindo que a aprendizagem e criatividade ocorrem sempre num contexto comunicacional e relacional próprio de um dado sistema humano. A leitura desta mesma comunicação científica pressupõe, ela própria, que o leitor accione desde o inicio capacidades de associação que não usa habitualmente.
Publicado em: In: Cadernos de Criatividade. - Lisboa. - ISSN 0874-8047. - Nº2, P. 5-12
Assuntos: Psicologia--positiva | Criatividade
CDU: 159.923:159.954 | 159.954:159.923
Veja também: Neto, Luís Miguel V. A.,

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Título: Educação Emocional
Autor(es): Saturnino de la Torre
Publicado em: In: Cadernos de Criatividade. - Lisboa. - ISSN 0874-8047. - Nº2, P. 13-45
Assuntos: Educação | Emoções
CDU: 159.942:37 | 37:159.942
Veja também: Torre, Saturnino de la,

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Título: Inteligência emocional no dia a dia da escola
Autor(es): Ivete Azevedo
Publicado em: In: Cadernos de Criatividade. - Lisboa. - ISSN 0874-8047. - Nº2, P. 47-64
Assuntos: Inteligência emocional | Escola | Aluno
CDU: 159.94:37.04 | 37.04:159.94
Veja também: Azevedo, Ivete,

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Título: O desenvolvimento da compreensão e da regulação das emoções
Autor(es): Isabel Sá
Resumo: Nos últimos anos tem sido realçada a importância das competências emocionais, isto é, a gestão das emoções de forma adequada e flexível, para o autoconhecimento, a comunicação interpessoal, a resolução de problemas e a motivação. neste artigo são apresentadas as características desenvolvimentistas de alguns aspectos da competência emocional, nomeadamente: a identificação das emoções em si próprio e nos outros, o reconhecimento de que a expressão emocional nem sempre representa o estado emocional interno, o conhecimento das regras de expressão e a auto-regulação dos estados e das expressões emocionais. Em conclusão, salienta-se a importância desta competência para um bom ajustamento pessoal e social.
Publicado em: In: Cadernos de Criatividade. - Lisboa. - ISSN 0874-8047. - Nº2, P. 65-76
Assuntos: Desenvolvimento emocional
CDU: 159.922
Veja também: Sá, Isabel,