| Título: | Trabalho autónomo e diferenciação : potencialidades e problemas | | Autor(es): | Margarida Ferreira do Nascimento Correia ; orient. Jorge Manuel Bento Pinto | | Publicação: | Setúbal : M. F. do N. Correia, 2014 | | Descrição física: | 87 p. ; 30 cm | | Notas: | Existe um exemplar em suporte digital com o nº de registo . - Dissert. mestrado, Educação pré-escolar e ensino do 1º ciclo do ensino básico, 2014, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Setúbal | | Resumo: | [Resumo] - A existência de diversos ritmos de aprendizagem dentro de uma sala de aula é uma realidade comum a todos os profissionais da educação, constituindo uma preocupação constante na rotina de uma sala de aula. Este projeto de investigação procura compreender de que forma a implementação de uma nova área de trabalho, contendo ficheiros para que os alunos trabalhem sobre eles de forma autónoma, pode ser uma possível resposta ao problema enunciado e um contributo para as aprendizagens. Este espaço assume-se como promotor do trabalho autónomo dentro da sala de aula, sendo menos dirigido pelo professor e estando acessível aos alunos sempre que tenham terminado as suas atividades, permitindo compreender de que modo se poderia mudar a ordem e o ritmo de trabalho institucionalizado.O presente estudo insere-se numa abordagem qualitativa com metodologia próxima da Investigação-Ação, tendo como objetivo apresentar, interpretar e analisar todo o processo de construção do Cantinho do 2º A, a dinamização e utilização deste espaço e dos seus materiais. Os dados foram recolhidos através de entrevistas, observação participante, notas de campo, produções dos alunos e análise de documentos.Neste estudo participaram os 25 alunos da turma do 2º ano de escolaridade do contexto de estágio III, no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico.A análise dos resultados obtidos permite compreender que a implementação deste espaço e o uso das fichas de trabalho permitiram o desenvolvimento do trabalho autónomo como um promotor da diferenciação pedagógica dentro da sala de aula, assim como uma forma de os alunos poderem regular as suas próprias aprendizagens. Além disto, o estudo mostra ainda o papel relevante do feedback para que este tipo de atividade tenha um impacto em termos de aprendizagem. | | Assuntos: | Ensino básico 1º ciclo | Desenvolvimento de autonomia | Metodologia de investigação | Teses de mestrado | Relatório de projeto de investigação | Relatório de estágio | | CDU: | 373.32(043) | 371.3 | | Veja também: | Correia, Margarida Ferreira do Nascimento | Pinto, Jorge Manuel Bento | Instituto Politécnico de Setúbal. Escola Superior de Educação | | Outros recursos: | Texto integral no RCIPS
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| Título: | Trabalho autónomo e diferenciação [Documento eletrónico] : potencialidades e problemas | | Autor(es): | Margarida Ferreira do Nascimento Correia ; orient. Jorge Manuel Bento Pinto | | Publicação: | Setúbal : M. F. do N. Correia, 2014 | | Descrição física: | 1 disco ótico (DVD-Rom) | | Notas: | Existe um exemplar em suporte papel com o nº de registo 32160/14. - Dissert. mestrado, Educação pré-escolar e ensino do 1º ciclo do ensino básico, 2014, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Setúbal | | Resumo: | Resumo - A existência de diversos ritmos de aprendizagem dentro de uma sala de aula é uma realidade comum a todos os profissionais da educação, constituindo uma preocupação constante na rotina de uma sala de aula. Este projeto de investigação procura compreender de que forma a implementação de uma nova área de trabalho, contendo ficheiros para que os alunos trabalhem sobre eles de forma autónoma, pode ser uma possível resposta ao problema enunciado e um contributo para as aprendizagens. Este espaço assume-se como promotor do trabalho autónomo dentro da sala de aula, sendo menos dirigido pelo professor e estando acessível aos alunos sempre que tenham terminado as suas atividades, permitindo compreender de que modo se poderia mudar a ordem e o ritmo de trabalho institucionalizado.O presente estudo insere-se numa abordagem qualitativa com metodologia próxima da Investigação-Ação, tendo como objetivo apresentar, interpretar e analisar todo o processo de construção do Cantinho do 2º A, a dinamização e utilização deste espaço e dos seus materiais. Os dados foram recolhidos através de entrevistas, observação participante, notas de campo, produções dos alunos e análise de documentos.Neste estudo participaram os 25 alunos da turma do 2º ano de escolaridade do contexto de estágio III, no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico.A análise dos resultados obtidos permite compreender que a implementação deste espaço e o uso das fichas de trabalho permitiram o desenvolvimento do trabalho autónomo como um promotor da diferenciação pedagógica dentro da sala de aula, assim como uma forma de os alunos poderem regular as suas próprias aprendizagens. Além disto, o estudo mostra ainda o papel relevante do feedback para que este tipo de atividade tenha um impacto em termos de aprendizagem. | | Assuntos: | Ensino básico 1º ciclo | Desenvolvimento de autonomia | Metodologia de investigação | Teses de mestrado | Relatório de projeto de investigação | Relatório de estágio | | CDU: | 373.32(043) | 371.3 | | Veja também: | Correia, Margarida Ferreira do Nascimento | Pinto, Jorge Manuel Bento | Instituto Politécnico de Setúbal. Escola Superior de Educação | | Localização: | |
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| Título: | Competências e socioconstrutivismo : um quadro teórico | | Autor(es): | Philippe Jonnaert ; trad. João Duarte | | Publicação: | Lisboa : Instituto Piaget, 2012 | | Descrição física: | 135, [4] p. ; 23 cm | | Colecção: | (Horizontes pedagógicos ; 161) | | Notas: | Tít. orig.: Compétences et socioconstructivisme | | Resumo: | [Contracapa] - “Esta obra evidencia a necessidade de um programa de estudos não se referir apenas a um único paradigma epistemológico de construção do conhecimento. Pretende clarificar os conceitos de construtivismo e competência e demonstra que, nas novas perspetivas curriculares, se devem construir laços entre estes dois conceitos que efetivamente não são, de modo algum, incompatíveis.O conceito de competência não é incompatível com um paradigma socioconstrutivista de construção e desenvolvimento de conhecimentos e competências, os quais se constroem em interação estreita e são temporariamente viáveis em situação. Para além do seu caráter mais global que os conhecimentos, uma vez que as competências recorreram a outras fontes fora dos conhecimentos, uma competência, numa perspetiva socioconstrutivista, é construída, situada, reflexiva e, temporariamente, viável.Para além desta quádrupla caracterização, a competência preenche as seguintes funções específicas: mobilizar e coordenar uma série de recursos diferentes, cognitivos, afetivos, sociais, contextuais, etc.; tratar com sucesso as diferentes tarefas que solicita uma dada situação e verificar a pertinência social dos resultados dos tratamentos realizados nesta situação. Em contexto escolar, será isto possível? Como criar situações que possam ser fonte e critério de conhecimentos e de competências para os alunos? Sem dúvida alguma, este é o grande desafio lançado pela conceção dos novos programas do presente. Este livro é destinado a professores e estudantes de qualquer área e níveis educativos, investigadores, engenharia do curriculum, formadores e a todos os que se interessam pela educação.” | | ISBN/ISSN: | ISBN 978-989-659-100-7 | | Assuntos: | Teorias da aprendizagem | Desenvolvimento de competências | Socioconstrutivismo | | CDU: | 371.3 | | Veja também: | Jonnaert, Philippe | Duarte, João | Instituto Piaget | | Localização: |
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| Título: | O regresso da educação mediática | | Autor(es): | Maria Emília Brederode ; Teresa Fonseca | | Resumo: | Resumo: "A educação mediática tem estado sujeita a sucessivos avanços e recuos. vinte cinco anos depois da Declaração de Grunwald, especialistas, responsáveis de políticas educativas, professores, investigadores, representantes associativos e profissionais dos media de diferentes regiões do Mundo reafirmaram , em Paris, numa reunião realizada sob o patrocíonio da UNESCO, em Junho de 2007, a pertinência da Declaração de Grunwald e a necessidade da sua revisão. A nível europeu esta problemática tem sido objecto de definição de políticas educativas. Também em Portugal assistimos ao regresso da Educação Mediática." | | Publicado em: | In: Noesis. - ISSN 0871-6714. - Nº79 (Out./Dez. 2009), p. 30-35 | | Assuntos: | Sociedade da informação | Meios de comunicação de massas | Políticas educativas | Práticas pedagógicas | Avaliação dos alunos | | CDU: | 316.77 | 371.3 | | Veja também: | Santos, Maria Emília Brederode | Fonseca, Teresa | | Outros recursos: | Acesso em linha à revista (texto integral)
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