| Título: | Competências e socioconstrutivismo : um quadro teórico | | Autor(es): | Philippe Jonnaert ; trad. João Duarte | | Publicação: | Lisboa : Instituto Piaget, 2012 | | Descrição física: | 135, [4] p. ; 23 cm | | Colecção: | (Horizontes pedagógicos ; 161) | | Notas: | Tít. orig.: Compétences et socioconstructivisme | | Resumo: | [Contracapa] - “Esta obra evidencia a necessidade de um programa de estudos não se referir apenas a um único paradigma epistemológico de construção do conhecimento. Pretende clarificar os conceitos de construtivismo e competência e demonstra que, nas novas perspetivas curriculares, se devem construir laços entre estes dois conceitos que efetivamente não são, de modo algum, incompatíveis.O conceito de competência não é incompatível com um paradigma socioconstrutivista de construção e desenvolvimento de conhecimentos e competências, os quais se constroem em interação estreita e são temporariamente viáveis em situação. Para além do seu caráter mais global que os conhecimentos, uma vez que as competências recorreram a outras fontes fora dos conhecimentos, uma competência, numa perspetiva socioconstrutivista, é construída, situada, reflexiva e, temporariamente, viável.Para além desta quádrupla caracterização, a competência preenche as seguintes funções específicas: mobilizar e coordenar uma série de recursos diferentes, cognitivos, afetivos, sociais, contextuais, etc.; tratar com sucesso as diferentes tarefas que solicita uma dada situação e verificar a pertinência social dos resultados dos tratamentos realizados nesta situação. Em contexto escolar, será isto possível? Como criar situações que possam ser fonte e critério de conhecimentos e de competências para os alunos? Sem dúvida alguma, este é o grande desafio lançado pela conceção dos novos programas do presente. Este livro é destinado a professores e estudantes de qualquer área e níveis educativos, investigadores, engenharia do curriculum, formadores e a todos os que se interessam pela educação.” | | ISBN/ISSN: | ISBN 978-989-659-100-7 | | Assuntos: | Teorias da aprendizagem | Desenvolvimento de competências | Socioconstrutivismo | | CDU: | 371.3 | | Veja também: | Jonnaert, Philippe | Duarte, João | Instituto Piaget | | Localização: |
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| Título: | Metodologia científica : fundamentos, métodos e técnicas | | Autor(es): | Manuel João Vaz Freixo | | Edição: | 4ª ed., rev. e aum | | Publicação: | Lisboa : Instituto Piaget, 2012 | | Descrição física: | 326, [3] p. ; 24 cm | | Colecção: | (Epistemologia e sociedade ; 263) | | Resumo: | [Contracapa] - "Esta 4.ª edição revista e aumentada de Metodologia Científica, vem sublinhar ainda com mais propriedade a importância da metodologia científica no desenvolvimento do conhecimento e sobretudo na asserção de que o seu domínio nos seus fundamentos, métodos e técnicas, deve integrar a bagagem cultural e científica do universitário dos nossos dias. Nessa aceção, Vaz Freixo reafirma a informação, o conhecimento e o saber, como valores críticos e reflexivos do homem contemporâneo. Só assim a ciência e a tecnologia se concretizam em formas de desenvolvimento que, em simbiose, podem determinar positivamente o evoluir da pessoa e das sociedades.Nesta circunstância, todo o saber deve perspetivar o saber-fazer e o saber-ser, atitudes em que assenta e se compreende a necessidade de saber-investigar, sendo que esta competência pressupõe igualmente a assunção de um espírito científico, enquanto atitude ou disposição subjetiva do investigador que procura soluções sérias, com métodos adequados, para o problema que enfrenta. É justamente neste quadro de referências e objetivos, tal como afirma M. João Vaz Freixo, "que todo o profissional deve ser formado". É desta forma que o autor considera o processo de criação científica como tendo em si uma envolvência de caráter prático, sem dúvida, contudo, tal saber-fazer não pode dispensar as mais diversas implicações de natureza teórica que conferem a este processo a necessária fundamentação epistemológica, e é justamente aqui que a obra prescreve um justo equilíbrio entre essas duas dimensões tornando-as complementares.A expectativa do autor vai no sentido de a obra poder contribuir para facilitar o trabalho aos estudantes de metodologia nas diferentes formações universitárias e, por outro, ajudar os estudantes que se encontrem em plena fase de elaboração de trabalhos de investigação a ver os seus propósitos mais facilitados... sem esquecer, como não poderia deixar de ser, os próprios professores desta área curricular que poderão encontrar no livro, pelas razões já apontadas, um meio útil de preparação dos seus alunos num tempo em que estes são convidados a desempenharem um papel mais ativo na construção do seu próprio conhecimento e a serem capazes de profissionalmente darem respostas, através da investigação, a problemas concretos que ocorrerão no seu quotidiano profissional." | | ISBN/ISSN: | ISBN 978-989-659-114-4 | | Assuntos: | Metodologia da investigação | Investigação científica | | CDU: | 303 | | Veja também: | Freixo, Manuel João Vaz | Instituto Piaget | | Localização: | |
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| Título: | Violência e maus-tratos em meio escolar | | Autor(es): | Catherine Blaya ; trad. Fernanda Oliveira | | Publicação: | Lisboa : Instituto Piaget, D. L. 2008 | | Descrição física: | 143, [4] p. ; 24 cm | | Colecção: | (Horizontes pedagógicos ; 145) | | Notas: | Tít. orig.: Violences et maltraitances en milieu scolaire | | Resumo: | [Contracapa] - “A violência não é problema exclusivo de áreas desfavorecidas, embora essas regiões apresentem um maior risco de ocorrência. O problema é o ambiente criado pelos protagonistas. Existem os que construíram vínculos – interna e externamente – e os que deixaram deteriorarem-se as relações entre as personagens da escola, ou dela com a vizinhança. As instituições que funcionam como centros de formação contínua oferecem o seu espaço à comunidade e promovem eventos populares, demonstrando mais facilidade para afastar os conflitos de seu quotidiano. O Observatório Europeu de Violência nos Escolas foi criado, pela autora, com a finalidade de analisar as causas de um problema que incomoda professores de diversos nacionalidades e para o qual não existe uma solução fácil. Visando compreender melhor a origem dos conflitos e as intervenções que caibam no ambiente escolar, esta instituição reuniu sociólogos, antropólogos, psicólogos e criminologistas. Para a sua tese de doutoramento, Catherine Blaya entrevistou mais de cinco mil estudantes e educadores ingleses e franceses. Os resultados da investigação mostram que os centros de ensino britânicos apresentam mais segurança. Aqueles com menor incidência de atitudes agressivas e ambiente livre de riscos são os que adotam uma conceção mais ampla do papel do professor, promovem a união do corpo docente e mantêm bons contactos com a comunidade. «Em diversos países, as escolas com clima de trabalho positivo apresentam essas características», afirma. Nesta obra, a autora apresenta os conceitos e modelos que fortalecem a análise atual, abrindo a discussão sobre outros utensílios. Analisa as políticas públicas, mas também as respostas a nível local no que respeito à prevenção e à intervenção. Destinada a professores, trabalhadores sociais e estudantes de educação ajuda-os a escapar aos estereótipos e às soluções ingénuas que armadilham, muito frequentemente, a ação.” | | ISBN/ISSN: | ISBN 978-972-771-967-9 | | Assuntos: | Violência--Escolas | Comportamento social | Crianças Maltratadas | | CDU: | 316.62-053.2 | | Veja também: | Blaya, Catherine | Oliveira, Fernanda | Instituto Piaget | | Localização: | |
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| Título: | O homem plural : as molas da acção | | Autor(es): | Bernard Lahire ; trad. José Luís Godinho | | Publicação: | Lisboa : Instituto Piaget, D. L. 2003 | | Descrição física: | 297, [4] p. ; 23 cm | | Colecção: | (Epistemologia e sociedade ; 205) | | Notas: | Tít. orig.: L'homme pluriell | | Resumo: | [Contracapa] - “O homem que as ciências humanas e sociais tomam por -objecto é mais frequentemente estudado num único contexto ou a partir de uma só dimensão. Analisam-no na qualidade de aluno, trabalhador, consumidor, cônjuge, leitor, praticante de um desporto, eleitor, etc. Ora, em sociedades em que os homens vivem muitas vezes simultânea e sucessivamente experiências socializadoras heterogéneas e por vezes contraditórias, cada um é inevitavelmente portador de uma pluralidade de disposições, de maneiras de ver, de sentir e agir. Interrogarmo-nos sobre as maneiras como a pluralidade dos mundos e das experiências se incorpora no seio de cada indivíduo, observarmos a sua acção sobre uma diversidade de cenas, eis o horizonte científico para o qual tende esta obra. Sociólogo, o autor trava um diálogo com uma parte da psicologia, da história, da antropologia e da filosofia. As suas reflexões desembocam no programa de uma sociologia psicológica e dedicam-se a pôr em evidência as pregas singulares do social.” | | ISBN/ISSN: | ISBN 972-771-664-4 | | Assuntos: | Teoria da ação | Interação social | Psicologia social | | CDU: | 316.37 | 316.6 | | Veja também: | Lahire, Bernard | Godinho, José Luís | Instituto Piaget | | Localização: | |
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| Título: | A teoria de Piaget e a educação pré-escolar | | Autor(es): | Constance Kamii ; trad. José Morgado ; rev. cient. A. Oliveira Cruz | | Edição: | 3ª ed | | Publicação: | Lisboa : Instituto Piaget, 2003 | | Descrição física: | 186, [2] p. : il. ; 24 cm | | Colecção: | (Horizontes pedagógicos ; 1= 1) | | Notas: | Tít. orig.: La théorie de Piaget et l'éducation préscolaire. - Bibliografia, p. 179-182 | | Resumo: | Índice: [CAP.] 1. AS BASES DO PROGRAMA: A) Bases teóricas: A perspectiva epistemológica do pensamento de Piaget; A perspectiva biológica de Piaget; O construtivismo de Piaget. B) O Fundamento das investigações. [CAP.] 2. IMPLICAÇÕES PEDAGÓGICAS: 1. Encorajar a criança a tornar-se progressivamente autónoma frente aos adultos; 2. Encorajar a criança a interagir e a resolver os seus conflitos; 3. Encorajar a criança a ser independente e curiosa, a tomar a iniciativa na prossecução dos seus interesses, a ter confiança na sua capacidade de construir a sua própria ideia das coisas, a exprimir as suas ideias com convicção, a acabar com os seus medos e angústias de modo construtivo e a não desencorajar facilmente; 4. Pensar em que é que pensa a criança e ensinar segundo os três tipos de conhecimentos; 5. Ensinar tanto conteúdos como processos. [CAP.] 3. OS OBJECTIVOS DO PROGRAMA: A) Objectivos a longo prazo; B) Objectivos a curto prazo: Objectivos socioafectivos; 2. Objectivos cognitivos. [CAP.] 4. SELECÇÃO DO CONTEÚDO: A vida quotidiana. O programa "child development" no contexto da teoria de Piaget: 1. Simular; 2. Representação através de desenhos e modelos (uma imagem de um avião ou de um brinquedo). Diferenças entre o programa "child development" e o programa inspirado em Piaget. Outro conteúdo derivado da teoria de Piaget: 1. Actividades centradas sobre o conhecimento físico; 2. Jogo de grupo; 3. Provas piagetianas. [CAP.] 5. ORGANIZAÇÕES DO CONTEÚDO. [CAP.] 6. MODOS DE REALIZAÇÃO: A) Um dia típico; B) Papel do pessoal; C) O papel dos pais; D) A formação do pessoal; E) Sistema de transmissão. [CAP.] 7.INVESTIGAÇÃO E AVALIAÇÃO: A) Avaliação final; B) Avaliação contínua | | ISBN/ISSN: | ISBN 972-771-631-8 | | Assuntos: | Pedagogia | Teoria de Piaget | Educação pré-escolar | Papel dos professores | Educadores de infância | Papel dos pais | Formação de professores | Avaliação contínua | | CDU: | 37.013 Piaget | 159.922 | 372.3 | 371.12 | 371.13 | 371.26 | | Veja também: | Kamii, Constance | Morgado, José | Cruz, A. Oliveira | Instituto Piaget | | Localização: | |
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| Título: | Antropologia ingénua, antropologia erudita : origem do homem, imaginação e ideias adquiridas | | Autor(es): | Wiktor Stoczkowski ; trad. Joana Chaves | | Publicação: | Lisboa : Instituto Piaget, D. L. 1999 | | Descrição física: | 281, [4] p. ; 23 cm | | Colecção: | (Epistemologia e sociedade ; 121) | | Notas: | Tít. orig.: Anthropologie naive, anthropologie savante | | Resumo: | [Contracapa] - “Nesta obra o autor pretende abordar as conceções sábias que aspiram a explicar a antropogénese. As reflexões sobre as origens do homem e da cultura fazem parte dos constantes esforços do pensamento humano. Cada cultura possuindo conceções que relatam os primordiais acontecimentos na sequência dos quais o homem se tornou no que hoje é. Até uma época relativamente recente, a cultura ocidental satisfazia-se das explicações míticas. No século XIX, as respostas tradicionais foram questionadas e a ciência encarregou-se de as substituir por um saber positivo, livre de ideias preconcebidas, severamente controlado e solidamente fundamentado nos vestígios materiais do passado. Com a evolução, a ciência rejeitou as explicações sobrenaturais características dos mitos, sem ter conseguido isentar-se dos esquemas conceptuais da especulação conjetural. Alimentou-se deles, sem saber, e tornou-se o seu instrumento e prolongamento. Os pré-historiadores e os paleontólogos, preocupados como estão em estudar os traços do passado, esquecem frequentemente que os dados factuais só respondem às questões postas pelo investigador. Ora, se as questões continuam tão convencionais e estereotipadas, são muito poucas as oportunidades de as respostas o serem menos. Estas questões apenas têm uma fonte: a imaginação! A imaginação dos científicos continua, curiosamente, condicionada por uma enorme carga de imitações cuja aparência plausível seduz e consolida. Assim, algumas obras dos pré-historiadores e dos paleontólogos acabam por ensinar-nos menos acerca das origens do homem e mais sobre as crenças dos investigadores e do seu público. Atuando como etnólogo, o autor, nesta obra, procura reconstituir as raízes filosóficas destas crenças e a sua história, descreve a forma como os professores as inculcam nos seus alunos e apresenta os seus avatares científicos mais recentes. Embora sejamos racionais, não ficamos menos crentes e se a venerável ciência encontra frequentemente, nas suas conclusões, o pensamento comum é porque, quer uma quer outro, são tributários de um imaginário antigo onde se reflete uma antropologia ingénua: a nossa forma simplista de ver o homem, a sua cultura e as vicissitudes da sua história.” | | ISBN/ISSN: | ISBN 972-771-176-6 | | Assuntos: | Antropologia | Origem do homem | | CDU: | 572.1/.4 | | Veja também: | Stoczkowski, Wiktor | Chaves, Joana | Instituto Piaget | | Localização: | |
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| Título: | Pedagogia e sistémica | | Autor(es): | Georges Lerbet ; Trad. Maria Fernanda Oliveira | | Publicação: | Lisboa : Instituto Piaget, D. L. 1999 | | Descrição física: | 233 p. ; 24 cm | | Colecção: | (Horizontes pedagógicos ; 50) | | Notas: | Tít. orig.: Pédagogie et systémique | | Resumo: | [Contracapa] - “O pensamento sistémico ainda não ocupa, na educação, o papel frequentemente preponderante que pode ter noutras disciplinas como, por exemplo, as ciências cognitivas. No entanto, este papel parece estar a desenvolver-se. Assim, torna-se necessário precisar-lhe contornos e conteúdos. Para dar luz a esta tentativa, este livro começa por distinguir a sistémica da conceção estruturalista de onde parece proceder; depois, segue-se uma excelente recolha de textos que nos permite desenvolver a aplicação da sistémica em pedagogia.” | | ISBN/ISSN: | ISBN 972-771-123-5 | | Assuntos: | Pedagogia | Teoria da educação | Educação--Aplicação da sistémica | | CDU: | 37.012 | | Veja também: | Lerbet, Georges | Oliveira, Maria Fernanda | Instituto Piaget | | Localização: |
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