001 ESE20180215123503
100   ^a20180215d2018    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^aParticipar porquê e para quê? ^eReflexões em torno dos efeitos da democracia local na equidade e na legitimidade dos eleitos^fIsabel Guerra
330   ^aEste artigo reflecte sobre a democracia participativa ao nível local, justificando a sua emergência em função da complexidade crescente da sociedade e da necessidade de aproximar as decisões dos contextos locais de onde emergem as novas necessidades sociais. Dando conta do abundante discurso sobre a participação na agenda política onde os conceitos de parceria, redes sociais, governança, etc. estão presentes interroga‑se sobre a possibilidade de avaliar os resultados práticos desses modos de co‑produção das políticas públicas. Considera‑se que, para responder a estas questões, seria necessário recorrer a dimensões teóricas e empíricas, dando particular realce à distância potencial entre discursos e práticas. Sociologicamente, seria interessante entender como se processam os conflitos e os consensos em termos das relações de poder que atravessam uma sociedade ou uma situação concreta, quais as posições de concertação, como foram redistribuídos os recursos societais, a favor de que grupos e de que princípios de justiça social. No contexto destas dinâmicas seria importante elucidar as formas de construção da acção colectiva, clarificando os papéis dos diferentes actores intervenientes e muito particularmente do agente público.
461  1^tRevista Crítica de Ciências Sociais^cCoimbra^x0254-1106^vNº91 (Dez. 2010)^pP. 121-134
606   ^aAdministração local^2ESES
606   ^aPolíticas públicas^2ESES
606   ^aDemocracia^2ESES
675   ^a352^vBN^zpor
700  1^aGuerra,^bIsabel,^f
801   ^aPT^bESE^c20180215^gRPC
856   ^uhttps://bibliodotnet.ips.pt/BiblioNet/Upload/ESE_documentos/Analiticos Periódicos/91-guerra.pdf^zAcesso em texto integral
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