001 ESE20180215102210
100 ^a20180215d2010 k y0porb0103 ba
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102 ^aPT
200 1 ^aA introdução da interseccionalidade em Portugal^eRepensar as políticas de igualdade(s)^fAlba Alonso
330 ^aA literatura mais recente sobre políticas de igualdade tem prestado grande atenção à inserção da interseccionalidade nas políticas públicas, especialmente desde que a UE apostou em introduzir a nova agenda das desigualdades múltiplas. Este artigo segue outros estudos que abordam as reacções de diferentes Estados‑membros a esta nova prioridade política europeia e analisa o caso português. Usando a tipologia apresentada por Hancock (2007), argumentará que este país inicia a transição para uma perspectiva múltipla, partindo da aprovação de novos planos e organismos em que as desigualdades nem sempre são tratadas de modo independente. Paralelamente, prestará atenção às peculiaridades demonstradas pela experiência de Portugal, tais como a aposta nos conselhos de participação ou no desenvolvimento de um modelo institucional diferenciado.
461 1^tRevista Crítica de Ciências Sociais^cCoimbra^x0254-1106^vNº90 (Set. 2010)^pP. 25-43
606 ^aPolíticas públicas^2ESES
606 ^aDesigualdades^2ESES
607 ^aPortugal
675 ^a316.7:342.7-055.2(469)^vBN^zpor
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700 1^aAlonso,^bAlba,^f
801 ^aPT^bESE^c20180215^gRPC
856 ^uhttps://bibliodotnet.ips.pt/BiblioNet/Upload/ESE_documentos/Analiticos Periódicos/alba alonso.pdf^zAcesso em texto integral
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