001 ESE20180214113052
100   ^a20180214d2008    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^a<O > nexo comensurabilidade-mercadorização e as limitações da análise custo-benefício como guia para a acção dos poderes públicos^fAna Cristina Costa, João Rodrigues
330   ^aEste artigo pretende escrutinar os pressupostos teóricos e as implicações práticas da análise custo-benefício (ACB), actualmente um dos mais influentes e controversos instrumentos de avaliação das políticas públicas proposto pela ciência económica. O ponto de partida é o que designamos por nexo comensurabilidade-mercadorização que, como procuraremos demonstrar, estrutura o discurso e as recomendações de política da análise custo-benefício. Por nexo comensurabilidade-mercadorização entendemos a associação entre a defesa da comensurabilidade, ou seja, da ideia de que é sempre possível e desejável reduzir as diferentes dimensões de valor dos bens a uma mesma medida, podendo-lhes atribuir um preço, e a defesa da extensão dos mecanismos de mercado a esferas crescentes da vida social. A teoria da escolha racional é o esteio teórico da ACB, esteio cujas fragilidades na análise do comportamento dos indivíduos nem sempre estão claras quando se discutem os méritos e deméritos deste instrumento.
461  1^tRevista Crítica de Ciências Sociais^cCoimbra^x0254-1106^vNº83 (Dez. 2008)^pP. 141-163
606   ^aPolíticas públicas^2ESES
606   ^aEconomia^2ESES
675   ^a330.10^vBN^zpor
700  1^aCosta,^bAna Cristina,^f
701  1^aRodrigues,^bJoão,^f^4070
801   ^aPT^bESE^c20180214^gRPC
856   ^uhttps://bibliodotnet.ips.pt/BiblioNet/Upload/ESE_documentos/Analiticos Periódicos/costa rodrigues.pdf^zAcesso em texto integral
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